Matéria e frequencia

A  matéria se transforma em energia (bomba atômica) e a energia se condensa em matéria ( condensado Bose – Einstein).

Isto pode ser matematicamente demonstrado através das formulas de Einstein e Planck:

 

E=mc² (Einstein) onde c é a velocidade da luz, e m é a massa.

E= h*f (Planck) onde h é a constante de Planck e f é freqüência.

 

 

E = mc² = h*f   >> m= (h/c²)*f  >> m = k * f

k é uma constante pois h e c são constantes. Portanto, massa (m) é diretamente proporcional a freqüência (f).

 

Cada massa (matéria) tem uma freqüência especifica (característica).

 

Isto significa que a matéria pode ser representada por uma freqüência.

 

Freqüência é uma grandeza física que é medida em Hertz (Hz), e representa o numero de ciclos por segundo (tempo).

 

Ciclo vem do grego circulo.. Na verdade, a palavra ciclo significa “voltar ao ponto de partida”. Em si mesma, não implica que haja um período regular de tempo antes de voltar ao lugar de onde se começa. Quando ocorre esse período regular de tempo , a palavra correta a usar é ritmo, proveniente de outra palavra grega que significa “tempo medido”.

As marés são rítmicas; os batimentos cardíacos são rítmicos; a respiração é rítmica.

Um ciclo significará em geral um ciclo com ritmo.

 

A Lua tem um ciclo de 28 dias e cada uma de suas 4 fases tem um período de 7 dias.

O Sol tem um ciclo em relação a Terra de 24 horas, e faz seu circuito em nossa galáxia num ciclo de 230 milhões de anos.

 

Como podemos calcular a freqüência da Lua, por exemplo?

Freqüência (f) = numero de ciclos / tempo –>  f= 1 ciclo/ 28 dias

 

Freqüência em Hz tem o padrão de tempo em segundos.

28 dias * 24 horas; dia * 60 minutos / hora * 60 segundos/ minuto = 2.419.200 segundos.

 

f= 1/ 2.419.200 = 4,134E-7 = 0,0000004134 Hz

 

Esta é uma freqüência extremamente baixa conhecida como ELF = extremely low frequency.

 

As freqüências estão associadas a ondas e uma das características das ondas é a distancia entre as cristas destas conhecido como “comprimento de onda”.

A freqüência e o comprimento de onda são grandezas inversas: freqüência alta –> comprimento de onda baixo; freqüência baixa –> comprimento de onda alto.

 

A freqüência multiplicada pelo comprimento de onda (λ) é igual a velocidade.

No domínio da velocidade da luz, f= c/λ.

 

Portanto as ELF tem comprimentos de onda longos.

 

As arvores tem outro ciclo fascinante. Seu potencial elétrico, ou voltagem,sobe e desce ritmicamente. Se abrirmos dois pequenos furos verticais, a um metro mais ou menos entre eles, no tronco de uma arvore viva, e inserimos em cada orifício uma ponta de fio, uma corrente elétrica corre por ele, como se a arvore fosse uma bateria elétrica. No caso da bateria, no entanto, a voltagem é constante. Na arvore, varia. Além disso, a corrente da bateria flui numa única direção, ao passo que na arvore corre às vezes num sentido, outras vezes, no sentido inverso.

 

O dr. H. S. Burr, da Yale University manteve registros constantes de mudanças de voltagem em certo numero de arvores da área de New Haven, dia e noite, ao longo de muitos anos. Suas anotações  revelam dois fatos espantosos: em primeiro lugar, a voltagem sobe e desce num ciclo de aproximadamente seis meses; em segundo, outra arvore da mesma espécie, a 48 quilômetros de distancia, comporta-se de maneira idêntica. Quando a corrente sobe em uma delas, o mesmo acontece na outra. Quando desce numa, ocorre o mesmo na outra.

 

A Medicina Chinesa nos traz o conhecimento ancestral da Cronobiologia.

A cada 2 horas um dos principais órgãos do corpo está em exaltação:

Fígado 1-3
Pulmões 3-5
Intestino Grosso 5-7
Estomago 7-9
Baço-Pancreas 9-11
Coração 11-13
Intestino Delgado 13-15
Bexiga 15-17
Rins 17-19
Constritor Cardíaco (diafragma) 19-21
Triplo Aquecedor 21-23
Vesícula Biliar 23-1

 

Alguns de nós, somos pessoas “matutinas”; outras “vespertinas”. Se você é do tipo “matutino”, terá sua temperatura mais alta bem cedo no dia e trabalhará melhor nessas horas. Se é “vespertino” – se odeia “acordar com as galinhas” – terá uma curva de temperatura corporal em elevação durante o dia, e seu maior período de produtividade é alcançado pouco antes do momento em que os tipos “matutinos” estão pensando em considerar o dia como terminado.

 

Um dos experimentos mais antigos do prof. Frank A. Brown Jr. , professor de Ciências Biológicas da Northwestern University, realizado em 1957, indica que “uma força externa” controla os “relógios biológicos”.

Ele apanhou certo numero de ostras nas praias de New Haven, Connecticut, e transportou-as por quase 1600 quilômetros para seu laboratório em Evanston, Illinois. Se estão certos aqueles que afirmam que todos os organismos vivos tem “relógios”, então as ostras – mantidas na escuridão , em recipientes fechados, em água salgada do Oceano Atlântico e em condições constantes de temperatura – deveriam abrir suas valvas em Evanston na mesma ocasião em que sempre haviam feito em New Haven, em sincronia com as marés de seu velho habitat na praia.

Fizeram justamente isso – durante alguns dias. Duas semanas depois, porém, começaram a abrir e fechar as valvas em ocasiões diferentes, em sincronia com as posições da Lua sobre Evanston ! As posições da Lua coincidem sempre com o fluxo e refluxo das marés atmosféricas em todas as partes do mundo, mas não há oceanos em Evanston. Mesmo assim, as ostras, ainda fechadas, sincronizavam seus movimentos com uma maré oceânica inexistente, que “alguma coisa” lhes dizia ( não, certamente, qualquer “relógio” interno) que existia nas vizinhanças.

 

A despeito da evidencia acumulada durante anos, resta ainda a ser provada a existência de “forças externas” que possam gerar ciclos dinâmicos. Não sabemos quais as forças desse tipo que nos cercam e, se de fato existem, o que são. Ninguém jamais as viu, pois são invisíveis como as ondas de radio. Poucas pessoas chegaram a pensar mesmo em sua existência e podemos apenas supor que existam à vista do comportamento observado.

O radio e as ondas de radio oferecem uma  analogia que nos fornece uma explicação possível, embora parcial, do mistério. Todos conhecemos o radio e de modo geral, como funciona. Você esta ciente que no cômodo onde se senta agora está repleto dessas ondas. Não pode vê-las, senti-las, ouvi-las ou cheirá-las mas sabe que estão aí porque todas as vezes em que liga o aparelho elas são convertidas em som.

Compreende também que as ondas que ricocheteiam em seu aposento não são idênticas. Cada estação transmite ondas com um numero diferente de ciclos por segundo e seu receptor responderá a uma ou outra dessas vibrações, tudo dependendo do modo como você sintoniza.

 

Se outra pessoa em outro lugar sintoniza o radio dela para vibrar da mesma maneira, o aparelho toca a mesma musica.

 

Se fizermos uma analogia do evento das ostras e das árvores como sendo aparelhos receptores de freqüências extremamente baixas, mas que funcionam de forma similar aos receptores de radio, teremos uma boa dose de acerto nesta hipótese.

 

Nenhum instrumento feito de cristal transistores, fios mostradores e medidores foi ainda concebido com sensibilidade suficiente para detectar e registrar essas ondas ultralongas. Enquanto as ondas de radio vibram em frações de segundo, estas vibram em dias, meses ou anos.

Em sentido cientifico, não foram ainda reproduzidas ou demonstradas em laboratório e, por isso mesmo, não são reconhecidas como reais por cientistas conservadores. Ainda assim, é esmagadora a prova circunstancial de que existem e que seres humanos, plantas e animais são sensíveis a elas.


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