A Falência da Medicina Moderna

No livro Superimunidade – o guia essencial para uma vida mais nutritiva e saudável, do dr Joel Fuhrman há um capitulo com este titulo, onde encontramos o seguinte:

  • As doenças infecciosas diminuíram sensivelmente nos últimos séculos, principalmente como resultado da disponibilidade de água limpa e, no ultimo século, graças à invenção do vaso sanitário com descarga para eliminar os dejetos.
  • Esse declínio das doenças infecciosas devido à canalização ( e não aos avanços da medicina!) é o principal fator que responde pelo aumento, de modo geral, na expectativa de vida percebida nos tempos modernos.
  • À medida que alimentos processados, fast food e produtos animais fabricados em massa passaram a ser a dieta normal, as doenças do coração, os infartos e o câncer aumentaram até tomar o espaço antes ocupado pelas doenças infecciosas.
  • A assistência medica tem pouco efeito na qualidade geral de saúde ou mesmo na expectativa media de vida em sociedades modernas do mundo.
  • A assistência medica de emergência é valiosa, mas no mundo moderno as emergências ligadas a lesões, acidentes e infecções não são mais as principais causas de morte. Doenças cardíacas, infartos e câncer são as três principais causas agora. Tratar as más escolhas nutricionais com remédios – escolhas que levarão à morbidade mais adiante, depois de anos e anos de abusos – nunca será uma solução eficaz.
  • Os remédios prescritos pelos médicos encorajam um estilo de vida arriscado por parte dos pacientes, que continuam a fazer escolhas alimentares que acabam com a saúde; eles dão, por assim dizer, “permissão” aos pacientes para que mantenham seus maus comportamentos, porque mascaram os sintomas das doenças.
  • A informação que os médicos recebem é muito tendenciosa no que diz respeito à intervenção e ao tratamento. Os estudos são patrocinados, e os resultados, interpretados pelas empresas farmacêuticas ou, no mínimo, influenciados por seus patrocinadores. O que é publicado na maioria das revistas de medicina de grande prestigio já não é ciência séria, mas, essencialmente, anúncios de remédios. A informação trazida e passada aos médicos é moldada por seu valor comercial para as empresas de remédios, e o principal propósito é aumentar o lucro delas.
  • Os serviços de saúde modernos se transformaram em um braço de distribuição de remédios da industria farmacêutica, e não em uma instituição preocupada, acima de tudo, em manter a saúde das pessoas.
  • Em vez disso, os remédios, com suas toxicidades e perigos, tornaram-se a principal intervenção em qualquer problema de saúde causado pela má alimentação.
  • A medicação tem se tornado o tratamento mais aceito para o diabetes – apesar de os próprios remédios promoverem ganho de peso e o aumento do apetite e poderem deixar o individuo mais diabético ainda. Esses remédios também aumentam de modo significativo a incidência de vários tipos de câncer.
  • Independentemente de se tratar de remédios para a gripe, antibióticos, analgésicos, vacinas ou medicação para diabetes e pressão arterial, a percepção falsa que se tem é de que essas intervenções prolongam muito a nossa vida. A confusão é compreensível: de modo geral, os estudos de remédios são feitos para esconder possíveis efeitos colaterais e os riscos de usar vários remédios ao mesmo tempo são ainda maiores. Os perigos dessa conduta raramente são investigados, são profundos e impossíveis de prever.

A questão é que precisamos ser responsáveis por nossa saúde e precisamos prestar atenção às causas mais profundas das enfermidades. Precisamos adotar uma alimentação adequada e deixar de lado a idéia de que os médicos e a industria farmacêutica são nossos salvadores, capazes de nos ajudar a viver mais e de modo produtivo.

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