As chaves para o seu bem-estar – Epigenética e Eletroterapia.

O corpo energético humano.

Cristais

Marcel Vogel, pesquisador sênior da IBM durante 27 anos escreveu:

“O cristal é um objeto neutro cuja estrutura interna apresenta um estado de perfeição e equilíbrio. Quando ele é corretamente lapidado e a mente humana estabelece um relacionamento com sua perfeição estrutural, o cristal emite uma vibração que estende e amplia os poderes da mente do usuário.” (1)

Cristais líquidos

A estrutura dos cristais líquidos é parcialmente cristalina e parcialmente fluida. A biologia está começando a compreender que muitas substancias e membranas que existem no corpo humano parecem atuar como cristais líquidos. Em muitos cristais líquidos as moléculas possuem dipolos elétricos, momento dipolar e podem ser alinhadas através de um campo elétrico.

Alguns tipos de cristais líquidos se alteram sob  a ação de temperatura, pressão, campo elétrico e magnético, outros tem rápida resposta eletroóptica na presença de campo elétrico, por esses motivos o cristal líquido foi adotado em larga escala pela indústria eletrônica.

Biofótons

Todas as células vivas emitem uma radiação cuja intensidade é extremamente fraca, mas que possui a natureza característica dos raios laser. Essa radiação é composta por biofótons. A  intensidade luminosa com a qual os biofótons são emitidos é comparável àquela que se pode perceber ao observar uma vela acesa a 20 km de distância, caso fosse possível fazê-lo em um ambiente sem a presença de qualquer outra fonte de iluminação.

Os biofótons foram descobertos em 1923 pelo prof. Alexander G. Gurvitsch, que os chamou de raios mitogenéticos, referindo-se ao processo de mitose, que é processo pelo qual novas células são geradas. Eles foram redescobertos na década de 1970 pelo biofísico alemão dr. Fritz-Albert Popp.(2)

A membrana da célula é um cristal líquido e tem estrutura e funções equivalentes às de um chip de silício.

Em 1977, B.A.Cornell e um grupo de pesquisadores na Austrália isolaram a membrana de uma célula, colocaram uma pequena lamina de ouro  sob ela e preencheram o espaço entre o metal e o tecido com uma solução especial de eletrólitos. Quando os receptores da membrana foram estimulados pelo sinal que receberam, os canais se abriram e permitiram a passagem da solução. O metal serviu como transdutor ou captador elétrico, convertendo a atividade elétrica do canal em um sinal digital que pôde ser lido em uma tela.(3)

Física Quântica

A física quântica descobriu que os átomos físicos são constituídos de vórtices de energia que giram e vibram constantemente.

Se fosse possível observar a composição de um átomo por meio de um microscópio, o que veríamos? Imagine um vórtice de energia girando e se movendo na areia do deserto. Agora remova a areia. O que sobra é apenas um tornado invisível. Um átomo nada mais é que um conjunto desses vórtices microscópicos. Se observado de longe, parece uma esfera embaçada. À medida que aproximamos o foco, a imagem se torna cada vez mais indefinida até desaparecer totalmente.

Cada átomo é um centro que gira e irradia energia e cada um deles tem uma assinatura e constituição próprios. Por isso emitem coletivamente padrões de energia que podem ser identificados. Todo material no universo, incluindo você e eu, irradiamos uma assinatura energética única.

Pesquisas francesas e soviéticas, remontando aos estudos de George Lakhovsky, proporcionaram evidencias experimentais de que o nosso DNA pode funcionar como um oscilador eletromagnético. Físicos nucleares ucranianos mediram a oscilação (movimento vibracional) do DNA numa frequência na faixa de 52 a 78 gigahertz – bilhões de ciclos por segundo! A intensidade da emissão eletromagnética a partir do DNA parece estar na faixa de apenas um bilionésimo de watt. Os físicos ucranianos também acreditam que cada ser humano tem sua própria e singular frequência, como, por exemplo, 63,57737 GHz. (4)

Na pratica, o átomo é invisível. Quando se observa sua estrutura, o que se vê é apenas vácuo. Não há matéria física. E= mc² , a famosa fórmula de Einstein, mostra que Energia e Matéria são intercambiáveis.

A eletrônica celular

As membranas celulares são compostas de 3 camadas: uma externa (polar), uma central (apolar) e uma interna (polar). Polar vem da polaridade de carga elétrica – positivo ou negativo. Apolar é neutro, não tem carga.

A biologia nos ensina que o meio externo à célula é o interstício e o interno é o citoplasma, ambos aquosos. A camada central é composta de gordura (lipídios), que isola os dois meios aquosos. Todos sabemos que a gordura e a agua não se misturam e isto se deve exatamente por esta diferença de polaridades. A célula precisa de gordura para que sua membrana cumpra seu papel de separação entre os meios externo e interno que são aquosos.

Existem estruturas de proteínas na membrana da célula que a atravessam permitindo um controle de acesso de nutrientes e excreção de resíduos/ toxinas da atividade celular.

Estas estruturas de proteínas – Proteínas Integrais de Membrana (PIM) – tem 2 tipos: Receptoras e Executoras.

As PIM Receptoras funcionam como “ antenas” (tal como nos sistemas de comunicação) e por ressonância são ativadas quando algum nutriente no interstício é detectado. Elas são especificas para cada tipo de nutriente, e existem inúmeras nas superfícies externas das células.

Ao detectarem o nutriente, as PIM receptoras mudam de forma e se conectam a estruturas proteicas internas da célula que as conectam com as PIM Executoras que funcionam como uma “porteira” permitindo o acesso àquele nutriente. As PIM Executoras mudam de forma também e quando as formas do nutriente e do “canal” criado pela PIM Executora se “encaixam”, o nutriente passa para dentro da célula.

Todo este controle é feito através de polaridades elétricas, que comandam a forma da estrutura proteica conforme a polaridade dos aminoácidos que a compõem em sua interação com a polaridade dos agentes externos.

Estes agentes externos podem ser físicos (matéria) ou frequências (ondas).

As frequências podem ser de diversas categorias, conforme o tipo de onda:

  • Eletromagnéticas – no domínio da velocidade da luz ( c = 300.000 km/s)
  • Escalares – no domínio de velocidades superiores a da luz.(5)

Estas influencias freqüenciais / vibracionais são baseadas na física e não na química e são “invisíveis” porém seus efeitos são “visíveis” e mensuráveis, gerando o campo de conhecimento da Bioenergética.

Frequências e padrões específicos de radiação eletromagnética regulam o DNA, o RNA, a síntese das proteínas, alteram a função e o formato das proteínas, controlam os genes, a divisão das células, sua diferenciação, a morfogênese( processo pelo qual as células se agrupam, formando órgãos e tecidos), a secreção hormonal, o crescimento e as funções nervosas.

Albert Szent-Györgi, ganhador do Prêmio Nobel de medicina de 1937 por descobrir a vitamina C, demonstrou que o corpo humano é uma matriz energética e que nossos neurotransmissores são similares a circuitos eletrônicos, compostos de transistores, diodos, capacitores. Todos estes componentes eletrônicos são baseados nas propriedades dos cristais. (6)

Em 1974 o biofísico C.W.F.MacClare publicou o estudo “Repercussão na Bioenergética” onde revela que os mecanismos de sinalização energética como as frequências eletromagnéticas são centenas de vezes mais eficazes na transmissão de informação ambientais que os sinais físicos como hormônios, neurotransmissores, fatores de crescimento, etc. (7)

Contudo, a indústria farmacêutica não ganharia muito dinheiro com esta forma de terapia. Como existem fortes relações econômicas entre entidades financeiras, indústria farmacêutica, fundações filantrópicas que patrocinam pesquisas, universidades, legisladores, conselhos de regulamentação profissional, a aceitação destes conceitos científicos enfrenta muitos obstáculos.

Cientistas da área quântica desenvolveram equipamentos que leem e analisam as frequências emitidas por determinados elementos químicos, permitindo identificar a composição de materiais e objetos e adaptaram estes aparelhos para que pudessem ler o espectro de energia emitido pelos tecidos e órgãos do corpo. Como os campos de energia viajam com facilidade pelo organismo, as novas tecnologias como tomografias computadorizadas (CAT 8), Imagens por Ressonância Magnética ( MRI 9), e tomografias de emissão de prótons (PET) podem detectar doenças de maneira não-invasiva. Os médicos podem diagnosticar problemas internos analisando as imagens dos tecidos mapeados.

Também a Termografia vem se revelando como um método auxiliar de grande valor na medicina diagnostica.10

O tecido lesado emite um tipo específico de assinatura energética diferente das células saudáveis ao seu redor. Já há evidencias cientificas suficientes de que podemos adaptar as ondas e transforma-las em agentes terapêuticos da mesma maneira que manipulamos as estruturas químicas das drogas.

Muitos neurocientistas tem desenvolvido pesquisas sobre as terapias de energia vibracional. O médico americano Richard Gerber publicou em 1988 o livro Medicina Vibracional onde apresenta diversas praticas terapêuticas baseadas em frequências / vibrações.

Epigenética

O projeto Genoma Humano iniciou-se em 1980, e em 2003 revelou que ao contrário de sua estimativa inicial de 120 mil genes, o genoma humano tem apenas 25 mil. Quase o mesmo que um rato de laboratório.

Com isto, os conceitos sobre o funcionamento básico da vida tiveram que ser revistos.

Células que tiveram seu núcleo removido – anucleadas – sobrevivem dois ou três meses sem seus genes e, ao contrário do que se imagina, não passam a viver como autômatos, sem vontade própria.

Continuam a fazer tudo o que faziam antes da operação de remoção do núcleo, porém sem os genes, as células não podem mais se dividir ou repor as proteínas que perdem com o desgaste normal do citoplasma. Essa impossibilidade de reposição de proteínas citoplásmicas gera disfunções mecânicas que acabam resultando em sua morte.

Pode-se concluir que o núcleo não é o cérebro da célula e sim sua gônada, seu órgão reprodutor.

A ciência da epigenética, que significa literalmente “ controle sobre a genética”, estabelece que os padrões de DNA passados por meio dos genes não são definitivos, isto é, os genes não comandam nosso destino!

Influencias ambientais, como a nutrição, estresse e emoções podem influenciar os genes ainda que não causem modificações em sua estrutura.

O núcleo é composto de cromossomos – que quer dizer “ corpos coloridos”. O DNA forma o centro do cromossomo e as proteínas formam um revestimento ao seu redor. Este revestimento é a “epigenes”.

Desde a década de 1940 os biólogos vêm isolando o DNA do núcleo das células para estudar os mecanismos genéticos, e descartando a camada de proteínas que o envolve.

Enquanto os genes do DNA estão cobertos pela epigenes, sua informação não pode ser “lida”.

Imagine que o DNA seja seu braço e que a epigenes seja como a manga de uma camisa, impedindo que as informações sejam acessadas. Como se remove a manga? Somente um sinal de ambiente pode fazer com que essa capa de proteína modifique seu formato.

Quando o DNA fica exposto, a célula pode fazer uma cópia dele, e a atividade do gene passa a ser “controlada” pela presença ou ausência da capa de proteína que, por sua vez, é controlada pelos sinais do ambiente.

A ciência epigenética também deixa claro que há dois mecanismos pelos quais os organismos transmitem suas informações hereditárias. Ambos permitem aos cientistas estudar tanto as contribuições da natureza (genes) quanto as do aprendizado (mecanismos epigenéticos) sobre o comportamento humano.

Experiência com ratos (11)

Camundongos contém um gene chamado agouti (12) que os faz obesos, amarelos e suscetíveis a doenças como câncer e diabetes. Este gene e estas ameaças podem ser passadas de geração a geração através do DNA.

Assim uma mãe com agouti irá gerar um filhote gordo, amarelo, e sujeito a doenças. O gene agouti pode ser desligado se as marcas epigenéticas se acumulam em torno dele.

Se uma mãe-agouti prenhe é alimentada com uma dieta que é suplementada com estes silenciadores de marcas epigenéticas, estas marcas serão quimicamente transmitidas ao DNA de seu embrião, onde eles irão se acumular em torno do gene agouti, e efetivamente desligá-lo. O embrião dela irá manter aquelas marcas e então irá nascer, crescer e se tornar um adulto que é magro, castanho e saudável.

Embora esta mãe seja geneticamente idêntica, ao nível do DNA, aos dois conjuntos de filhotes, você pode ver que a dieta que ela consumiu durante a gravidez pode afetar a saúde e a aparência de seus filhotes.

Isto tem, implicações além do mundo dos camundongos, porque estudos em humanos tem mostrado que mulheres que não comem bem durante sua gravidez, que comem comida ruim, irão ter crianças que são mais suscetíveis ao desenvolvimento de obesidade e doenças cardiovasculares. Mães que fumam durante sua gravidez irão desenvolver crianças com grande chance de terem asma.

Este tipo de marcas epigenéticas podem ser transmitidas a múltiplas gerações.

As marcas epigenéticas podem ser também de ordem emocional.

Ratos contém um gene o receptor glucacorticoide (13) e este gene pode ser expresso ou lido em uma certa região dos seus cérebros. Este gene ajuda os ratos a lidarem com situações de estresse. Quanto mais receptor glucacorticoide eles têm no cérebro, melhor eles lidam com o estresse.

Os estudos têm mostrado que interações entre a rata mãe e seus filhotes durante a primeira semana de suas vidas pode ter uma consequência de longo termo sobre quanto receptor glucacorticoide estes filhotes irão desenvolver em seus cérebros e portanto quão bem eles irão lidar com estresse.

As marcas epigenéticas são reversíveis a qualquer época do desenvolvimento.

Em biologia, cromatina é o complexo de DNA e proteínas que se encontra dentro do núcleo das células. Os ácidos nucleicos encontram-se geralmente na forma de dupla hélice. As principais proteínas da cromatina são as histonas. As hélices de DNA se enrolam em torno das histonas.

Histonas são grupos de proteínas que se assemelham a cilindros moleculares. Podemos encontrar 30 milhões de cilindros em nossas células.

As marcas epigenéticas são pequenas “etiquetas” químicas (moléculas) que se fixam a nossa cromatina e podem ajudar a instruir se elas se compactam/ condensam/ encolhem ou se descompactam/ expandem/estendem.

Estas instruções podem então afetar como são feitas as leituras dos genes codificados no DNA. Isto impacta diretamente a Síntese Proteica que é o processo como é copiado o DNA para geração de novas células.

Síntese Proteica

Ela se compõe de 3 fases: transcrição, tradução e modificação pós-traducional.

> Transcrição – o DNA (genes) é copiado para uma molécula de RNA mensageiro ( podemos associar a criação de um molde/ forma).

>Tradução – o RNA mensageiro forma uma sequência de aminoácidos (temos 20 disponíveis) gerando um protótipo de uma proteína – protoproteína. A protoproteína não é funcional.

>Modificação pós-traducional – grupos funcionais (heme, acetato ou sulfato) ou de cadeias de carboidratos e/ou lipídios podem alterar as funções e constituições proteicas. Essas alterações químicas podem alterar a polaridade de uma proteína ( e portanto a sua capacidade de se associar ou não a agua- hidrofobicidade) e assim determinar a localização celular desta. Por exemplo, proteínas hidrofóbicas tendem a se ancorar em membranas fosfo-lipidícas – exatamente como as membranas celulares). Outras modificações, como a fosforilação [adição de um grupo fosfato (PO4) a uma proteína ou outra molécula] , são parte de um sistema para controlar o comportamento proteico ( por exemplo, ativando ou desativando uma enzima) amplamente utilizado pela célula.

As proteínas funcionais podem ser bem diferentes do que se poderia prever levando em conta apenas a sequência original do DNA.

Estas marcas podem ativar ou desativar os genes e condensar a cromatina.

Outras marcas epigenéticas podem ajudar a descondensar a cromatina e ativar os genes e a célula pode então fazer a leitura deles.

A célula muscular e a célula cerebral (neurônio) tem o mesmo DNA, mas as instruções epigenéticas é que ajudam a definir quais genes ativar ou desativar. Com estas diferenciações elas podem vir a ser células muito diferentes.

As marcas epigenéticas podem ser influenciadas pelo meio ambiente em que as células vivem.

A comida que você come, as vitaminas, os cigarros, o estresse em casa ou no trabalho, podem todos ser transmitidos como sinais através do fluxo sanguíneo.

Especialmente para uma mulher grávida o que afeta o feto (ou embrião) e sua saúde de longo prazo.

Fatores epigenéticos

  • Deficiência Nutricional – podemos nos alimentar mas com baixo índice de nutrientes.
  • Poluição Química – o ar, a agua, os alimentos (processados, geneticamente modificados, agrotóxicos) , remédios e drogas, produtos de higiene e limpeza tem produtos químicos que nos atingem.
  • Contaminação Microbiológica – vírus, fungos, bactérias, e outros.
  • Poluição Eletromagnética – TV, celular, computador, WiFi, micro-ondas e outros tipos de radiação são sinais eletromagnéticos que afetam as células.
  • Geopatologias – falhas na crosta terrestre, correntes telúricas, rios subterrâneos, afetam de forma sutil as nossas PIM receptoras.
  • Fatores emocionais e psíquicos – glândulas e neurotransmissores tem suas frequências características e o ambiente, e a alimentação interferem nelas.
  • Fatores transpessoais – energias sutis podem desequilibrar uma pessoa. Surge o mal-estar e não se consegue descobrir a causa.

Estes fatores geram desequilíbrios energéticos no organismo, causando estresse orgânico.

Inicialmente este estresse orgânico pode ser percebido por um mal-estar ou desconforto, mas à medida que a exposição se mantem ao longo do tempo, ocorre um agravamento de sintomas e chega ao estado de doença física.

Eletroterapia, detecção e correção de desequilíbrios energéticos

Vimos anteriormente que cada substancia material tem sua própria assinatura energética (frequências).

Desta forma é possível fazer uma análise dos materiais que compõem uma amostra física de matéria através das frequências características dos seus componentes.

Com a evolução tecnológica disponível atualmente temos a disposição diversos aparelhos que interagem eletronicamente com o corpo humano, permitindo um diálogo muito preciso.

O cabelo humano em seus bulbos capilares contém muitas informações sobre o estado de saúde do corpo. Esta é a base do conhecido exame chamado mineralograma. Este mesmo princípio- só que a nível frequencial –  é a base do equipamento de Análise Capilar Frequencial – S-Drive Cell Well-Being.

Através de 3 fios de cabelo este equipamento portátil, conectado a um notebook, faz uma leitura frequencial das informações contidas nas células dos bulbos capilares e envia pela Internet para um grande laboratório computadorizado na Alemanha. Lá estas informações são comparadas com diversos padrões freqüenciais de nutrientes e elementos nocivos à saúde humana.

A epigenética nos mostra que o ambiente controla cerca de 98% da forma em que muitos dos genes se expressam. Isto significa a forma em que eles atuam fisicamente e controlam praticamente todos os aspectos da sua vida.

Alimentos processados, baixa ingestão de nutrientes, toxinas e substancias químicas, campos eletromagnéticos e influencias de frequências extremamente baixas são responsáveis pela quebra das funções normais diárias do corpo.

Em menos de 20 minutos é emitido um relatório de 35 páginas indicando quais são as prioridades que a pessoa deve ter para elevar seu nível de bem-estar celular, e com isto melhorar seu nível de saúde e desempenho para a vida.

Este relatório da Cell-Wellbeing indica:

  • Vitaminas – Vitamina A,B1, B2, B3, B5, B6, B9, B12, B15, C, D3, E, K, Biotina, Betaina e Inositol
  • Minerais – Silício, Sódio, Enxofre, Zinco, Boro, Cálcio, Cromo, Cobre, Iodo, Ferro, Lítio, Magnésio, Manganês, Molibdenio, Potassio e Selenio.
  • Aminoacidos – Alanina, Arginina, Asparagina, Carinitina, Carnosina, Citrulina, Cisteina, Cistina, Glutamina, Glicina, Histidina, Isoleucina, Leucina, Lisina, Metionina, Ornitina, Prolina, Serina, Taurina, Treonina, Tirosina, Triptofano e Valina.
  • AGE – Ácidos Gordos Essenciais – Omega 3, 6 e 9.
  • Antioxidantes – Carotenoides, Coenzima Q10, Flavonoides, Organosulfurados, Polifenoides entre outros.
  • EMF / ELF – TV, Computador, Alta Frequencia Eletromagnetica, Campos Eletrostaticos, Radiação de Baixa Frequencia, Forno de Microondas, Telefone celular, Campo Magnetico constante.
  • Alimentos – indicação entre 126 alimentos, quais os que devem ser evitados por um período de 90 dias, para maximização da intensidade de bio-campo. Não é um teste de alergia.
  • Microbiologia – Parasitas, Virus, Bacterias, Alergia a Bolor/ Mofo, Pos-Viral
  • Toxinas – Radiações, Metais Pesados e Quimicos.
  • Aditivos Alimentares – indicação de aditivos alimentares a serem evitados por 90 dias. Exemplo: E-493 Mono laurato de sorbitano ; E-251 Nitrato de Sodio.

Além da análise, é fornecido um plano alimentar indicando fontes naturais (alimentos e suplementos), práticas de desintoxicação, e um processo de avaliação para 30, 60 e 90 dias, juntamente com farta informação sobre cada uma das categorias.

Os neurônios no intestino são tão inumeráveis que muitos cientistas passaram a chama-los, globalmente, de “segundo cérebro”.  Cerca de 80 a 90% de toda a serotonina – substancia química do “bem-estar” –  em seu corpo é fabricada pelas células nervosas do intestino! Na verdade, o “cérebro intestinal” fabrica mais serotonina – a grande molécula da felicidade – que o cérebro da sua cabeça(14). Isto traz uma importância enorme ao cuidado que dispensamos a nossa alimentação. Através dela estaremos garantindo o adequado funcionamento de nosso cérebro que comanda todas as nossas funções vitais.

Outro equipamento que nos permite uma análise e tratamento a nível freqüencial é o SCIO – Superconcious Quantum ElectroDynamic Biofeedback.

Este equipamento permite uma leitura do campo eletrodinâmico de um ser vivo e sua comparação com cerca de 10.000 frequências-padrão que representam processos metabólicos, cromossomos, venenos, remédios naturais e químicos,  órgãos, centros energéticos (chakras), geopatologias, entre outros.

Além de detectar desequilíbrios energéticos, ele os classifica colocando em ordem decrescente, de forma a atuar primeiramente nos mais graves.

Conta ainda com cerca de 40 terapias energéticas que permitem fazer a correção dos desequilíbrios. Desta forma, a otimização de seu bem-estar pode ser levada ao seu estágio máximo, permitindo a correção de desequilíbrios energéticos antes que eles se manifestem fisicamente como sintomas ou se agravem como doenças.

Devemos lembrar que muitos dos nossos desequilíbrios – físicos, neurológicos e até mentais – são causados por má nutrição.

Além destes equipamentos baseados em ondas eletromagnéticas existem recursos baseados na eletroterapia sutil (que se ancora nas ondas escalares) . Contudo estes recursos exigem uma formação cientifica própria, que extrapola o proposito deste texto.

Conclusão:

A Epigenética abre uma nova perspectiva sobre o conhecimento das influencias em nosso corpo através do meio ambiente em que vivemos, de nossas escolhas quanto ao tipo de vida que levamos ( sono, exercícios e alimentação ), o padrão de nossos pensamentos, atitudes e os relacionamentos que mantemos.

A Eletroterapia nos fornece uma nova perspectiva tecnológica para que cada um possa testar e corrigir seu estado energético e com isto atingir níveis cada vez melhores de bem-estar e otimize seu desempenho em todos os níveis – pessoal (físico, emocional, espiritual),  familiar, social e profissional.

Contudo, é fundamental que a pessoa tenha a consciência de que nenhum destes recursos será eficaz caso ela própria não se torne a primeira responsável pela sua saúde e seu bem-estar assumindo sua auto-liderança.

Newton Burmeister B. dos Santos

Engenheiro mecânico, pós-graduado em Terapias Naturais e Holísticas e em Gestão Empresarial. Tendo atuado por cerca de 25 anos em manutenção industrial encontrou similaridade nas técnicas de manutenção preditiva e os estudos sobre eletroterapia, em especial através da Termografia. Seus estudos o levaram a buscar as causas e meios de administrar o stress, um dos grandes males do século XXI, tanto no mundo corporativo quanto na sociedade em geral, comprometendo o bem-estar, a saúde e o desempenho das pessoas.

Foi criado na Internet, o portal Quantum Generation – www.quantumgeneration.com.br –  que tem por missão a educação das pessoas para que possam, através do conhecimento, fazerem melhores escolhas para suas vidas. Neste sentido, diversos cursos são disponíveis, além de atendimento e suporte individual a cada interessado em trilhar o caminho da auto- liderança.

Referências:

 

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