Burr e os L-Field

De 1916 ao final da década de 50, o Dr Harold Saxton Burr publicou sozinho, ou com outros, mais de 93 artigos científicos. Ele descobriu que todas as coisas vivas – do homem ao camundongo, de arvores a sementes – são moldadas e controladas por campos eletromagnéticos, que podem ser mensurados e mapeados com voltímetros padrões. Estes “campos de vida” [fields of life] ou campos L [L-fields] são os projetos de toda a vida neste planeta. Esta descoberta é de imensa significância para todos nós. Dr. Burr acreditava que, uma vez que médicos das voltagens dos campos L podiam revelar as condições físicas e mentais, os médicos estariam aptos a usá-los para diagnosticar doenças antes que os sintomas se desenvolvessem, e portanto poderiam ter uma melhor chance de um tratamento bem sucedido.

 

“O Universo em que nos encontramos e do qual não podemos nos separar é um lugar de Lei e Ordem. Não é por acidente, nem caos. Ele é organizado e mantido por um campo eletrodinâmico capaz de determinar a posição e movimento de todas as partículas carregadas. Por cerca de quase meio século, as conseqüências lógicas desta teoria tem sido sujeitas a condições rigorosamente controladas e não encontraram nenhuma contradição.” Esta citação está no livro Blueprint for Immortality do Dr Harold Saxton Burr que foi Professor Emérito de Anatomia da Yale University School of Medicine.

 

Até que modernos instrumentos revelassem a existência dos campos-L de controle, os biologistas estavam perdidos para explicar como nossos corpos se “mantinham em forma” através do metabolismo incessante e trocas materiais. Agora o mistério foi resolvido: o campo eletromagnético do corpo serve como uma matriz ou molde que preserva a “forma” ou arranjo de qualquer material vertido nele, embora muitas vezes o material possa ser modificado.

 

O Dr Louis Langman da New York University e do Bellevue Hospital Gynaecological Service examinou mais de 1000 pacientes usando medições eletro-metricas dos campos-L. Ele e seus assistentes examinaram pacientes que estavam em diferentes setores do hospital e estavam sujeitos a diferentes síndromes. Elas incluíam fibromas, assim como o curso normal de eventos patológicos no trato de gestação destas mulheres. Naqueles que mostraram uma mudança perceptível no gradiente de voltagem entre o colo do útero e parede abdominal, observações cuidadosas foram feitas através de laparotomia.

 

Houve 102 casos onde aconteceram mudanças significativas no gradiente de voltagem. Confirmação cirúrgica foi encontrada em 95 dos 102 casos. A posição real de malignancia variou do útero as trompas e ao tecido do ovário. Tivemos uma impressionantemente alta percentagem de sucesso na identificação da malignancia no trato gestacional, confirmado por biopsia.

 

O Dr Burr decidiu examinar as propriedades elétricas de camundongos sujeitos ao câncer para determinar se as medições de voltagem poderiam mudar durante o inicio e crescimento do tecido canceroso. “ Os resultados do experimento foram surpreendentemente consistentes. Vinte e quatro a vinte e oito horas depois da implantação, mudanças foram observadas nos gradientes de voltagem. Este diferencial aumenta de forma estável e quase uniforme até alcançar um máximo de aproximadamente 5 milivolts em torno do décimo primeiro dia. No tumor de crescimento lento as diferenças de potencial começam a emergir no terceiro ou quarto dia, mas alcançam seu máximo de aproximadamente 3 milivolts no décimo ou décimo-primeiro dia.

 

Dr Burr também decidiu investigar se a técnica eletrometrica poderia ser útil nos campos da neurologia e psiquiatria. Ele conduziu numerosas experiências com o Dr Leonard J. Ravitz Jr na época no Departamento de Psiquiatria de Yale.

 

Dr Ravitz descobriu que eles podiam estabelecer uma correlação das medições de gradiente de voltagem para indivíduos que tinham funcionamento mental normal. “Tornou-se obvio para o Dr Ravitz que usando a técnica eletrometrica em pacientes no hospital psiquiátrico, pacientes – como um resultado de terapia ou mudança das circunstancias – poderiam seguramente ser liberados do hospital quando o gradiente de voltagem indicava um razoável retorno ao normal”.

 

Uma das mais excitantes descobertas do Dr Burr foi relativa aos registros de mudanças de voltagem durante os ciclos menstruais femininos.

 

Eles usaram fêmeas de coelhos porque sabiam que elas ovulavam 9 horas após a estimulação do colo do útero. Assim  uma coelha foi estimulada e nove horas depois anestesiada. Após colocar os eletrodos e observar através de microscópio, subitamente aconteceu para alegria dos cientistas: no momento em que – através do microscópio – eles viram a ruptura do folículo e o ovulo ser liberado, houve uma nítida mudança na voltagem no registrador.

 

Estas descobertas foram históricas de duas formas. Elas permitiram dramáticas evidencias do papel desempenhado pelos campos-L na biologia. E, pela primeira vez, mostraram que o movimento de ovulação pode ser acuradamente determinado eletricamente. Esta notável descoberta tem grandes aplicações praticas. Por numerosas medições de campos-L femininos revelou-se que algumas mulheres podem ovular por todo o ciclo menstrual, que a ovulação pode ocorrer sem menstruação, e menstruação sem ovulação. A importância potencial deste conhecimento para a ginecologia, planejamento familiar, e controle da natalidade é óbvio. Ele também ajuda a explicar porque o método da “tabelinha” de controle da natalidade é inadequado.

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